segunda-feira, maio 25, 2026

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Maldição da Múmia estreia nas plataformas digitais para compra e aluguel em 31 de maio

Até onde você iria para proteger quem ama, mesmo quando o perigo está dentro de casa?

São Paulo, 25 de maio de 2026 – Prepare a coberta e se esconda porque Maldição da Múmia chega às plataformas digitais em 31 de maio, disponível para compra e aluguel. Em clima de dias frios, o longa é a pedida ideal para quem quer curtir um bom terror no conforto de casa, com a liberdade de assistir quando e onde quiser, sem interrupções comerciais.

Dirigido por Lee Cronin (“A Morte do Demônio: A Ascensão”), com produção de James Wan, Jason Blum e John Keville, e estrelado por Jack Reynor (“Midsommar – O Mal Não Espera a Noite”), Laia Costa (“Victoria”) e May Calamawy (“Cavaleiro da Lua”), “Maldição da Múmia” acompanha uma família destruída pelo desaparecimento da filha de um jornalista. Sem respostas e consumidos pelo luto, os pais tentam seguir em frente enquanto o vazio deixado pela menina corrói a relação entre todos dentro de casa.

Oito anos depois, a jovem reaparece misteriosamente, transformando o choque do reencontro em uma inesperada esperança de reconstrução familiar. Mas, à medida que ela retorna ao convívio da família, comportamentos estranhos e uma presença sombria começam a tomar conta da casa, revelando que a garota pode não ser mais a mesma. Presos entre o amor, o trauma e o medo, os familiares precisarão enfrentar um mal aterrorizante que ameaça destruí-los de dentro para fora.

Maldição da Múmia estreou em 2º lugar na bilheteria nacional com RS$ 4,48 milhões arrecadados, sendo um sucesso não só no Brasil, mas no mundo, arrecadando quase o triplo do seu orçamento.

A atriz mirim Natalie Grace realizou várias das próprias cenas físicas e sequências mais intensas do filme. Além da atuação, ela também tem experiência como dublê, cantora, pianista e bailarina, mostrando um perfil artístico multifacetado raro para sua idade.

Muito além do terror sobrenatural, “Maldição da Múmia” aposta em uma narrativa centrada no trauma familiar, explorando o impacto emocional causado pelo desaparecimento de uma filha e as consequências devastadoras de seu retorno anos depois.

Segundo Lee Cronin, a ideia central do filme surgiu quando ele decidiu transformar a múmia em algo mais próximo e familiar — não um faraó distante, mas uma criança em uma família comum. Essa mudança ajudou a criar o tom mais íntimo, emocional e perturbador do longa.

O diretor Lee Cronin define o filme como uma mistura de horror extremo, investigação e drama familiar, combinando elementos de horror psicológico, body horror, jumpscares e efeitos práticos que ampliam o impacto visual da narrativa. Para o cineasta, o terror funciona melhor quando existe emoção real envolvida, tornando a dinâmica familiar essencial para a força dos sustos e consolidando o longa como um dos filmes de terror mais marcantes de 2026.

Ela voltou para casa. Mas não voltou sozinha. Compre ou Alugue já, sem necessidade de assinatura e disponível nas plataformas: Amazon Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Mercado Play.  

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