A busca por resultados discretos impulsiona tratamentos que estimulam a produção natural de colágeno em diferentes camadas da pele, preservando firmeza, expressão e identidade ao longo do envelhecimento

São Paulo, 16 de julho de 2026 – Durante anos, a estética esteve associada à ideia de transformação. Rugas desapareciam, contornos eram redefinidos e o sucesso de um procedimento era medido justamente pelo quanto ele mudava a aparência. Agora, a lógica parece ser outra. Em sintonia com movimentos como o quiet luxury e o skinimalism, a beleza também abraçou a discrição. A chamada quiet beauty não busca apagar a passagem do tempo, mas conduzir o envelhecimento de forma mais harmoniosa, com respeito às características individuais e foco na saúde da pele.
Esse movimento acompanha uma preocupação crescente com o colágeno, proteína responsável pela sustentação, firmeza e elasticidade da pele. Estudos mostram que, a partir dos 25 anos, o organismo reduz progressivamente sua produção, processo natural que contribui para a flacidez e outros sinais do envelhecimento.
A mudança vai além do foco no rosto. Colo, pescoço, braços, abdômen e joelhos passaram a integrar uma rotina de cuidados que privilegia a prevenção em vez da correção. Mais do que parecer mais jovem, o objetivo é manter a qualidade da pele ao longo do tempo, sem abrir mão da própria identidade.
“A grande mudança dos últimos anos é que os pacientes deixaram de buscar procedimentos que transformem sua aparência e passaram a procurar estratégias capazes de preservar a qualidade da pele ao longo do tempo. Hoje, o objetivo é continuar reconhecendo a própria imagem no espelho, apenas com uma pele mais firme, saudável e resistente ao envelhecimento”, explica a médica dermatologista, Renata Violato.
Segundo a especialista, esse cuidado começa muito antes dos procedimentos. “A produção de colágeno depende de diferentes fatores. Uma alimentação equilibrada, rica em proteínas, vitamina C, zinco e cobre, fornece nutrientes importantes para sua síntese. Ativos como retinol e retinal também ajudam a estimular a renovação da pele. Mas, com o passar dos anos, a produção natural diminui e, muitas vezes, é preciso associar tecnologias capazes de estimular o colágeno em diferentes camadas da pele para potencializar esses resultados.”
É justamente nesse contexto que os equipamentos baseados em energia ganharam espaço. Em vez de modificar a anatomia facial, eles estimulam mecanismos naturais de regeneração da pele e incentivam a formação de novas fibras de colágeno. Entre as tecnologias mais utilizadas está o Ultraformer MPT, que utiliza ultrassom micro e macrofocado para entregar energia em diferentes profundidades da pele, inclusive na camada muscular superficial responsável pela sustentação dos tecidos.
“O Ultraformer MPT promove pequenos pontos de coagulação térmica extremamente precisos. Esse aquecimento controlado ativa um processo natural de regeneração e estimula a formação de novas fibras de colágeno ao longo dos meses seguintes. Como consequência, observamos melhora da sustentação, redefinição do contorno facial, redução da flacidez e um efeito lifting progressivo, sempre respeitando a anatomia e as características individuais. Além da face, é uma tecnologia amplamente utilizada em regiões como pescoço, colo, braços, abdômen e joelhos, onde também ocorre perda importante de firmeza”, explica a dermatologista.
Enquanto o Ultraformer MPT atua principalmente nas estruturas profundas responsáveis pela sustentação, o Volnewmer utiliza radiofrequência monopolar para melhorar a firmeza, a elasticidade e a qualidade da pele. A combinação desses diferentes mecanismos de ação reflete uma das principais tendências da estética atual: protocolos personalizados que tratam o envelhecimento de forma global.
“Hoje falamos muito mais em protocolos do que em tratamentos isolados. Um exemplo é o protocolo Volformer, que associa Ultraformer MPT e Volnewmer porque as tecnologias atuam de maneira complementar. O ultrassom trabalha as camadas profundas responsáveis pela sustentação, enquanto a radiofrequência atua na qualidade da pele e estimula o colágeno em planos mais superficiais. Essa associação permite tratar diferentes aspectos do envelhecimento ao mesmo tempo e alcançar resultados mais naturais, progressivos e personalizados”, detalha Renata.
Esse olhar mais amplo também fez com que o corpo deixasse de ser coadjuvante nos consultórios. Pescoço, colo, braços, abdômen, joelhos e outras regiões passaram a integrar protocolos preventivos, refletindo a proposta da quiet beauty: cuidar da pele como um todo e estimular o colágeno antes que os sinais do tempo se tornem mais evidentes. Afinal, a beleza que ganha espaço hoje não é a que transforma, mas a que preserva uma pele firme, saudável e natural, sem abrir mão da identidade de cada pessoa.
Sobre a MedSystems by Classys
A MedSystems by Classys é o ecossistema líder de inovação em beleza e bem-estar na América Latina, com mais de 20 anos de atuação no mercado de estética médica. A companhia conecta tecnologias globais, desenvolvimento científico e capacitação profissional para oferecer soluções avançadas a médicos, clínicas e profissionais do setor.
Com presença em mais de 80 países, a empresa reúne um portfólio de dispositivos estéticos baseados em energia, incluindo o sistema de lifting por HIFU Ultraformer, a solução de volumização por radiofrequência monopolar Volnewmer e tecnologias de laser e radiofrequência microagulhada.
Por meio de pesquisa e desenvolvimento contínuos e inovação orientada por evidências clínicas, a MedSystems by Classys oferece soluções seguras, eficazes e alinhadas às principais tendências da estética médica mundial.