Ginecologista explica como procedimento atua nos tecidos da região íntima e por que estímulo de colágeno ganha atenção após os 40

Carol Nakamura, de 43 anos, deu continuidade ao protocolo de cuidados íntimos com laser de CO₂ nesta quarta-feira (26). A atriz e bailarina retornou à Clínica Leger, no Rio de Janeiro, para realizar a segunda sessão do procedimento, voltado à estimulação de colágeno na região vaginal e compartilhou o momento com os seguidores.
“Hoje é um dia muito importante, estou fazendo minha segunda sessão com a Dra. Fabiane Gama, minha ginecologista maravilhosa”, contou Carol em um vídeo publicado. Ela também revelou que já havia percebido mudanças após a primeira aplicação. “A primeira eu já gostei bastante, deu muito resultado, clareou”, afirmou.
O procedimento tem como uma das propostas estimular o colágeno do canal vaginal. Antes da nova aplicação, a ginecologista Fabiane Gama (CRM 34580 e RQE 27903), da Clínica Leger, no Rio de Janeiro, fez a revisão do acompanhamento iniciado anteriormente. “Vamos fazer revisão ginecológica, vamos ver os exames, a parte hormonal que estávamos avaliando e o laser”, explicou a médica.
Segundo Fabiane, o laser atua nos tecidos da região íntima e pode ser utilizado de acordo com as necessidades de cada paciente. “O laser vai trabalhar o colágeno do canal vaginal para várias funções, vamos avaliando cada caso”, afirmou.
A busca pelo estímulo de colágeno na região íntima também está relacionada às mudanças que acompanham o envelhecimento feminino. A partir dos 40 anos, alterações hormonais podem contribuir para a redução de colágeno nos tecidos, segundo a ginecologista. “O laser ajuda a melhorar e prevenir alterações do envelhecimento normal da mulher”, diz Fabiane.
Na primeira vez que falou sobre o tratamento, Carol contou que chegou ao consultório inicialmente para realizar seus exames de rotina e acabou conhecendo a possibilidade de cuidar também da região íntima. A atriz chegou a brincar sobre a ideia de “rejuvenescer” a área.
Agora, na segunda sessão, ela demonstra estar satisfeita com os primeiros resultados e mantém o acompanhamento com a ginecologista. “Mas hoje vamos fazer o que, doutora? Porque nem eu sei, deixo tudo nas mãos dela”, brincou Carol no vídeo.
Para Fabiane, entretanto, a indicação do laser não deve ser tratada de forma genérica. O procedimento precisa ser avaliado individualmente, levando em conta exames, histórico e necessidades de cada mulher.



