São Paulo, janeiro de 2026 – A casa deixou de ser apenas um espaço de descanso para assumir múltiplas funções no dia a dia dos brasileiros. Escritório, sala de cinema, espaço de convivência e até ambiente de lazer passaram a coexistir em poucos metros quadrados, redefinindo a forma como os consumidores se relacionam com o mobiliário. Nesse novo cenário, o sofá ganhou protagonismo e passou a ser pensado não apenas como peça decorativa, mas como um elemento funcional e estratégico da casa.
A consolidação do trabalho híbrido, o crescimento do consumo de streaming e a valorização do tempo em casa impulsionaram uma mudança clara de comportamento. O consumidor busca hoje conforto prolongado, flexibilidade de uso, facilidade de adaptação a diferentes ambientes e soluções que acompanhem mudanças de endereço ou de configuração dos espaços.
Esse movimento tem estimulado a adoção de sofás modulares e de modelos vendidos no formato “na caixa”, que facilitam transporte, montagem e reorganização do ambiente. A proposta atende especialmente moradores de apartamentos menores, pessoas que vivem de aluguel e famílias que priorizam praticidade sem abrir mão de design.
Além da funcionalidade, o sofá passou a concentrar expectativas relacionadas à durabilidade e ao custo-benefício ao longo do tempo. A possibilidade de trocar módulos, capas ou ampliar o móvel conforme novas necessidades reduz o descarte e prolonga a vida útil do produto, em linha com um consumo mais consciente.
Inserida nesse contexto, a Sofá na Caixa reflete uma transformação mais ampla do setor moveleiro, impulsionada pela digitalização do consumo e pela busca por soluções alinhadas ao estilo de vida contemporâneo. A mudança de hábitos mostra que, assim como a casa se reinventou, o sofá também precisou evoluir para acompanhar essa nova dinâmica doméstica.


