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Quanto custa ir para a Copa de 2026?

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Fintech destrincha os gastos para acompanhar o evento, mostra que o turista nacional está cada vez mais independente e dá dicas para driblar o desafio de usar três moedas na mesma viagem.

A Copa do Mundo da FIFA 26™ será um marco logístico na história do futebol. Pela primeira vez, o torneio contará com 48 seleções e será sediado simultaneamente por três países: Estados Unidos, México e Canadá. Com a expectativa de que mais de 70 mil torcedores saiam do Brasil para acompanhar a competição este ano, o planejamento financeiro já começou. Para facilitar essa jornada, a Nomad, fintech pioneira em oferecer soluções financeiras globais para brasileiros, elaborou um guia de custos e, a partir de sua base de mais de 3,8 milhões de clientes, analisou o comportamento de consumo do viajante nacional no exterior, traçando o perfil de quem vai invadir o continente em 2026.
 

Devido às distâncias continentais, a principal dica de planejamento da Nomad é definir uma “base” para acompanhar os jogos. Nos Estados Unidos, que concentram a maior parte das partidas (11 sedes), o torcedor precisará escolher entre rotas na Costa Leste (como Nova York, Boston e Miami), Costa Oeste (Los Angeles, São Francisco e Seattle) ou no Sul e Centro do país (Dallas, Atlanta e Houston).
 

“A Copa de 2026 trará um desafio logístico e financeiro inédito, com jogos espalhados por três países e a necessidade de lidar com o dólar americano, o peso mexicano e o dólar canadense. Ter uma única conta global para centralizar o orçamento, garantindo uma conversão transparente e fugindo das altas taxas do cartão de crédito, é o que vai permitir ao torcedor focar no que realmente importa: a emoção do mundial e a experiência na América do Norte”, comenta Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.
 

Para quem planeja uma viagem de 7 dias, a fintech estimou os custos médios (incluindo voos, hospedagem, alimentação e passeios):

  • Estados Unidos: Uma viagem de perfil econômico custa entre R$ 8.000 e R$ 11.000. Para um roteiro confortável (hotéis 3 ou 4 estrelas e restaurantes), o valor varia de R$ 15.000 a R$ 22.000. Já viagens de luxo partem de R$ 25.000.
     
  • México: Com três sedes (Cidade do México, Guadalajara e Monterrey), o país desponta como a opção de melhor custo-benefício. Uma viagem econômica fica entre R$ 7.000 e R$ 9.000, enquanto a versão confortável varia de R$ 12.000 a R$ 16.000.
     
  • Canadá: Uma viagem econômica custa entre R$ 10.000 e R$ 13.000 por pessoa. Para um roteiro confortável, o investimento varia de R$ 16.000 a R$ 22.000. Já os perfis de luxo ultrapassam a marca dos R$ 40.000.

O que o brasileiro fará nos dias de folga da Copa? 

A Nomad também mergulhou nos dados de consumo de seus clientes para entender o que os brasileiros fazem e onde gastam quando estão na América do Norte. As compras ainda lideram o orçamento, representando 28,1% do número de transações, seguidas por gastos em mercados (21,4%) , restaurantes (18,2%) , lazer (13,9%) e transportes (13,0%).

O levantamento mostra tendências curiosas do “novo turista brasileiro”, que devem se refletir nos intervalos dos jogos da Copa:

  • Nos Estados Unidos:

    O turista autônomo e a mobilidade: O brasileiro abandonou os ônibus de excursão. O uso intenso de transporte público e aplicativos comprova isso: o metrô de Nova York (NYC Subway) é o 3º estabelecimento com maior número de transações, enquanto a Uber ocupa a 6ª posição geral.

    O luxo da economia: Embora marcas como a Apple liderem em volume financeiro total gasto (TPV) , o brasileiro concentra sua energia e frequência de compras na “caça ao tesouro” em lojas de departamento e descontos , como Ross Dress For Less, Marshalls, Burlington e TJ Maxx.

    Alimentação: McDonald’s e Starbucks dominam as transações diárias de quem está na rua passeando, mas redes como Olive Garden e The Cheesecake Factory seguem como as escolhas favoritas para o momento de sentar e comer com mais tranquilidade.
     
  • No Canadá:

    Turista multimodal: Em cidades como Toronto e Vancouver, o sistema de integração de metrô e ônibus (Presto) é o 4º estabelecimento com mais transações, provando que o brasileiro vive a cidade como um local.

Turismo vertical: A icônica CN Tower aparece duas vezes no Top 10 de gastos dos brasileiros no país (ingressos e alimentação), demonstrando que o foco de lazer ali está em investir em experiências com vista panorâmica da cidade.

Orgulho gastronômico: Diferente dos EUA, no Canadá o brasileiro prestigia fortemente o empreendedorismo nacional: o “Brazilliant Cafe” (em Toronto) marca presença no Top 10 de frequência, servindo como um verdadeiro ponto de encontro.

  • No México:

    A hegemonia do App: Enquanto a Uber domina nos EUA, no México os brasileiros adotaram a Didi de forma absoluta, que lidera tanto em número de transações quanto em volume gasto para mobilidade e delivery.

O hábito Starbucks: A famosa rede de cafés é o segundo local com mais transações no país, funcionando como um porto seguro de Wi-Fi e descanso para o turista no meio das gigantescas metrópoles mexicanas.

O dinheiro vivo ainda resiste: Apesar do perfil digital, os saques em caixas eletrônicos (ATMs) em bairros como Masaryk e Madero figuram no Top 5. Isso ocorre porque o brasileiro ainda precisa de pesos em espécie (MXN) para aproveitar os tradicionais mercados de rua e o rico artesanato local.
 

O desafio das três moedas

Viajar pela América do Norte em 2026 exigirá organização, já que o viajante precisará lidar com o Dólar Americano, o Peso Mexicano e o Dólar Canadense. Para evitar os altos custos e a confusão das casas de câmbio, a conta global da Nomad simplifica o processo. Nos Estados Unidos, o gasto é feito diretamente em dólar. Já no México e no Canadá, a conversão é automática da moeda local para o dólar, de forma transparente e mais vantajosa que os cartões de crédito brasileiros tradicionais.
 

Sobre a Nomad

Fundada em 2020, a Nomad foi pioneira ao lançar uma conta global para brasileiros. Mais do que um nome, a Nomad já nasceu global, com o intuito de eliminar as barreiras de acesso ao mercado internacional e unificar de forma simples e prática soluções de consumo e investimentos no exterior.

Com apenas 5 anos de atuação, a empresa já supera os R$ 8 bilhões em ativos sob custódia e conta com uma base de mais de 3,8 milhões de clientes.

Com o respaldo de grandes investidores globais – como Tiger Global, Stripes, Monashees e Spark Capital – e licenças do setor, como a Broker Dealer, a companhia garante liberdade financeira global através de um cartão internacional amplamente aceito em todo o mundo. Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda.

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