“Ela vive dentro de casa, recebe todos os cuidados e faz parte da minha família. Para mim, é uma demonstração natural de afeto”, afirma Karol Rosalin

A influenciadora fitness Karol Rosalin, de 26 anos, afirma que costuma trocar “selinhos” com a cachorra e que recebe críticas frequentes por esse tipo de contato. Mãe de pet, ela diz que a cadela vive dentro de casa, participa de sua rotina e é considerada parte da família.
Karol conta que o gesto acontece de forma espontânea quando a cachorra se aproxima para lamber seu rosto. Segundo a influenciadora, ela nunca encarou a situação como algo estranho, embora reconheça que nem todas as pessoas se sintam confortáveis com esse tipo de proximidade. “Ela vem me receber, sobe no meu colo e acaba me dando uma lambida na boca. Para mim, isso sempre fez parte da nossa convivência. Eu entendo que outras pessoas não fariam o mesmo, mas recebo críticas constantes por isso”, afirma.
A influenciadora diz que a cachorra recebe acompanhamento veterinário, mantém as vacinas e os cuidados de higiene em dia e vive exclusivamente dentro de casa. Mesmo assim, afirma que já ouviu comentários associando o gesto à falta de cuidado com a própria saúde. “Algumas pessoas dizem que é falta de higiene ou que eu não deveria permitir esse tipo de contato. Eu acompanho a saúde dela de perto e conheço toda a sua rotina. Não faria isso com um animal que eu não conhecesse”, explica.
Karol reconhece que o comportamento pode causar estranhamento, mas considera exagerado transformar a situação em ataques pessoais. Para ela, uma pessoa pode não concordar com o gesto sem acusar outra de ser suja ou irresponsável. “Eu respeito quem prefere não receber uma lambida no rosto ou na boca. O que não acho justo é transformar isso em ofensa ou dizer que eu não cuido da minha saúde e da minha cachorra”, relata.
A influenciadora afirma que não pretende mudar a forma como se relaciona com a cadela por causa dos comentários. “Ela é minha companheira e ocupa um espaço muito importante na minha vida. Não vou deixar de demonstrar afeto porque algumas pessoas não entendem essa proximidade”, conclui.



