sábado, julho 20, 2024

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Fisio santista nas Olimpíadas

Priscila Marques é convocada para as Olimpíadas de Paris 2024
Fisioterapeuta do Instituto Pierin foi escolhida pelo Comitê Olímpico Brasileiro para sua terceira participação em Jogos

A santista Priscila Marques, fisioterapeuta do Instituto Pierin e ex-atleta de judô, foi convocada pelo Comitê Olímpico Brasileiro para participar das Olimpíadas de Paris 2024. Ela atuará como fisioterapeuta para atletas de diversas modalidades. “Vamos fazer um rodízio entre as competições, entre estar na Vila Olímpica e no local de hospedagem do Brasil”, explicou Priscila.

Esta será a terceira vez que Priscila participa dos Jogos Olímpicos. Em 2000, ela competiu como judoca, e em 2016, atuou como ofício do judô e como fisioterapeuta da Ana Marcela Cunha.

Em 2011, encerrou sua carreira como atleta e no ano seguinte começou a trabalhar como fisioterapeuta, integrando a equipe multidisciplinar da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

No ano passado, ela foi convidada para participar dos Jogos Sul-Americanos de Esporte de Praia como fisioterapeuta, convite que foi seguido por sua convocação para os Jogos Pan-Americanos no Chile. “Pelo excelente trabalho que tivemos, nossa equipe dos Jogos Pan se manteve para as Olimpíadas”, explica.

Para Priscila, a convocação é uma honra e um reconhecimento do trabalho árduo de toda sua trajetória. “Somos seis fisioterapeutas escolhidos entre tantos que trabalham com esporte. Fico muito feliz de mais uma vez poder representar o Brasil nos Jogos Olímpicos”.

Priscila iniciou no judô aos 11 anos e defendeu a seleção principal por 12 anos, conquistando diversas medalhas. Ao longo de sua carreira, passou por seis cirurgias ortopédicas. Ela utiliza essa experiência para oferecer suporte e segurança às atletas da seleção. “Sei o que é sentir dor e isso me ajuda a entender melhor as atletas”, disse Priscila.

Um dos momentos mais marcantes da carreira de Priscila foi a conquista da medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro. “É inesquecível para mim. Tive uma contusão, praticamente nem treinei e valia ponto para a Olimpíada. Foi um bronze com um gostinho de ouro”, relembra Priscila”.

Apesar dos desafios e percalços, Priscila continua a ver seu trabalho como uma forma de ajudar os atletas a alcançar suas metas e está pronta para contribuir mais uma vez com o esporte brasileiro, utilizando sua vasta experiência e paixão pelo judô e pela fisioterapia para apoiar os atletas nas Olimpíadas de Paris 2024.

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