Com milhões de visualizações nas redes sociais e uma enxurrada de “truques domésticos” viralizando todos os dias, um item simples segue cercado de dúvidas e mitos: a esponja de cozinha. Pode ferver? Colocar no micro-ondas funciona? A parte verde realmente risca a panela?
Entre mitos populares e verdades pouco conhecidas, Juliano Ceda, head de P&D da Limppano, comenta os hábitos mais comuns envolvendo o uso das esponjas. Ele explica quais práticas fazem diferença na limpeza do dia a dia, esclarecendo o que realmente funciona e o que pode comprometer a higiene da cozinha.

1. Colocar a esponja no micro-ondas elimina todas as bactérias.
FAKE. O calor pode até reduzir parte dos microrganismos, mas não garante eliminação total. Além disso, dependendo do material e do estado da esponja, o método pode trazer risco, como superaquecimento, ressecamento da fibra e até princípio de incêndio em casos de uso inadequado, além de não substituir a troca frequente do produto.
2. A parte verde sempre risca panelas.
FAKE. Nem toda fibra abrasiva tem o mesmo nível de abrasividade. Hoje existe a “Limpa sem riscar” da Limppano, versão desenvolvida justamente para higienizar sem danificar superfícies delicadas, como panelas antiaderentes e utensílios sensíveis.
3. Esponja com mau cheiro já passou da hora de trocar.
FATO. O odor é um sinal claro de acúmulo de resíduos e proliferação de bactérias e fungos. Quando a esponja começa a apresentar cheiro forte, o ideal é substituí-la imediatamente.
4. Toda esponja serve para qualquer tipo de limpeza.
FAKE. Cada tipo de superfície exige um nível diferente de abrasividade. Utilizar a esponja errada pode causar desgaste, riscos ou até comprometer a durabilidade dos utensílios e revestimentos. No mercado, é possível encontrar esponjas para as mais diversas finalidades, como a “a “Esponja Limpeza Pesada Aço Inox” para utensílios de aço, que requerem uma abrasão maior; a “Esponja Antiaderente Air Fryer” para limpeza do eletrodomésticos, entre outras.
5. Cortar a esponja ao meio ajuda a durar mais.
FATO. Dividir a esponja pode ajudar no controle do uso, reduzir desperdícios e até separar funções diferentes da limpeza para cada pedaço, evitando contaminação cruzada entre superfícies.

