sexta-feira, janeiro 9, 2026

Últimas Notícias

Ex-madrinha de bateria da Tatuapé diz que excesso de curvas a impediu de disputar o Miss Brasil e que fez terapia para aceitar o próprio corpo

Eleita a “mulher perfeita” em análise feita para a Playboy, Janaína Prazeres diz que foi considerada curvilínea demais por missólogos no início da carreira

A influenciadora e modelo Janaína Prazeres, afirmou que foi desencorajada a seguir carreira em concursos de miss no início da vida profissional por não se enquadrar no padrão corporal exigido nessas competições. O episódio ocorreu quando ela tinha 18 anos, período em que tentava ingressar no circuito tradicional dos concursos com o objetivo de representar o Brasil em disputas internacionais, como o Miss Universo.

Segundo Janaína, a avaliação partiu de missólogos e profissionais ligados ao próprio meio dos concursos, durante processos seletivos e orientações iniciais. “Disseram que eu tinha curvas demais para representar o Brasil”, afirmou. De acordo com ela, a observação não envolvia preparo técnico, postura ou desempenho, mas estava restrita ao tipo físico exigido pelas competições.

A influenciadora relata que a fala teve impacto direto na forma como passou a enxergar o próprio corpo. “Fiquei paranoica com o peso. Passei a achar que precisava diminuir para ser aceita”, disse. Por anos, Janaína tentou se adequar ao padrão apontado como ideal dentro daquele ambiente.

Com o afastamento do circuito de concursos, ela passou a investir em outros caminhos profissionais, fora das estruturas tradicionais de miss. Anos depois, Janaína ganhou repercussão internacional ao ser eleita a “mulher perfeita” em uma análise realizada por inteligência artificial para a revista Playboy, que levou em conta critérios como simetria facial e proporções corporais.

O título não teve relação com concursos de beleza nem com avaliação presencial, mas com uma leitura algorítmica de padrões estéticos. Janaína afirma que o reconhecimento reforçou que os critérios usados por concursos e por análises técnicas seguem lógicas diferentes. “O corpo que foi considerado inadequado para os concursos foi analisado de outra forma nesse estudo”, afirmou.

Hoje, Janaína diz que a experiência no início da carreira ajudou a entender os limites dos concursos tradicionais e a seguir uma trajetória fora desse modelo. “Aprendi que não precisava caber naquele padrão para continuar trabalhando”, concluiu.

Créditos: @janaina3 | CO Assessoria

Latest Posts

MAIS VISTAS