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A instrução normativa nº 65 traz as classificações e as denominações do produto, determina os ingredientes permitidos e proibidos e estabelece padrões de rotulagem para a

A partir de agora, a cerveja fabricada no tem novos padrões de qualidade e identidade. De acordo com o coordenador geral de Vinhos e Bebidas do Ministério da , Carlos Muller, a instrução normativa nº 65 traz as classificações e as denominações do produto, determina os ingredientes permitidos e proibidos e estabelece padrões de rotulagem para a cerveja.

“Nesse novo padrão está descrito como se deve usar a madeira no processo de produção de cerveja; que ingredientes de origem animal podem ser empregados, como , como leite pode ser empregado na produção de cerveja. Ela simplificou muito a denominação dos produtos, classes, tipos de cerveja, cor. Ficou muito mais simples, porque a gente notava que o consumidor não estava entendendo essa denominação que o Ministério cobrava. Isso causava um problema para as e um problema para nós fiscalizarmos. Então, simplificamos bastante essa denominação”, conta.

O novo padrão estabelece a necessidade da menção das matérias-primas que são realmente adjuntos cervejeiros, ou seja, todos aqueles ingredientes que são colocados na cerveja, que não seja , lúpulo, água ou levedura. Dessa forma, esses itens não podem ser mais denominados na lista de ingredientes de forma genérica, havendo a necessidade de serem listados um a um, discriminando qual a matéria-prima que deu origem a eles.

A quantidade de malte que deve estar presente na cerveja não será alterada, mantendo-se, pelo menos, 55% do extrato primitivo da bebida. Já o eventual uso de outros ingredientes deverá ficar explícito na rotulagem.

Carlos Muller dá mais detalhes sobre o papel Ministério da Agricultura na produção de cervejas no Brasil.

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“A gente registra as cervejarias que querem produzir e vender cerveja no Brasil; a gente controla a cerveja que vem importada de outros países para o Brasil, para ver se o padrão da cerveja importada também se adequa ao padrão nacional e não existe uma situação, por exemplo, de concorrência desleal com o produto nacional; e a gente também faz o registro, a gente controla as formulações das cervejas produzidas no país. Então, a nossa atuação está espalhada em todos os estados do país, a gente tem fiscais que fazem a inspeção, a vistoria de rotina nas cervejarias; e controlam a condição higiênica, sanitária e técnica dessas cervejarias”, relata.

Atualmente, o setor cervejeiro do Brasil é o terceiro maior do mundo, com mais de mil empresas registradas e 14 bilhões de litros consumidos por ano. O setor garante cerca de 2,7 milhões de empregos, com um faturamento de R$ 100 bilhões e arrecadação de impostos da ordem de aproximadamente R$ 30 bilhões.

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