sexta-feira, julho 24, 2026

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Benedita Casé no programa de Pedro Bial 

Após debate sobre capacitismo no programa de Pedro Bial, especialista destaca como a tecnologia tem transformado a vida de pessoas com deficiência
Relatos de Benedita Casé, Pedro Bial e Regina Casé evidenciam como a evolução dos aparelhos auditivos têm ampliado a inclusão, a autonomia e a qualidade de vida de pessoas com perda auditiva

A participação de Benedita Casé no Conversa com Bial trouxe para o centro da discussão um tema ainda cercado de preconceitos: o capacitismo. Atriz, ela falou sobre sua experiência com a deficiência auditiva e mostrou que a perda de audição nunca foi um obstáculo para construir uma carreira em uma profissão na qual ouvir, interpretar e se comunicar são competências essenciais.

O programa também revelou que o próprio Pedro Bial, um dos principais comunicadores da televisão brasileira, faz uso de aparelhos auditivos. O relato reforçou que a perda auditiva pode atingir pessoas de diferentes idades e profissões e que buscar tratamento é uma forma de preservar a qualidade de vida e manter o pleno desempenho das atividades profissionais.

Outro momento marcante foi o depoimento de Regina Casé, que contou que, apesar de a filha usar aparelhos auditivos desde a infância, foi somente por volta dos 30 anos que ela conseguiu ouvir, pela primeira vez, o canto de um pássaro graças aos avanços tecnológicos dos dispositivos.

“Mesmo usando aparelho desde pequena, ela só ouviu o barulho de um passarinho aos 30 anos, por causa da evolução dos aparelhos”, relatou Regina Casé durante o programa.

O episódio ilustra como a tecnologia assistiva evoluiu nas últimas décadas. Os aparelhos auditivos atuais deixaram de ser apenas amplificadores de som e passaram a incorporar inteligência artificial, conectividade com smartphones, redução automática de ruídos, reconhecimento dos diferentes ambientes sonoros e recursos que tornam a compreensão da fala muito mais natural, mesmo em locais movimentados.

Segundo a fonoaudióloga e diretora de Marketing e Produtos Latam da WSA,Gisele Munhoes dos Santos, essa transformação representa muito mais do que inovação tecnológica. Têm impacto direto na inclusão social e profissional de pessoas com perda auditiva, uma condição que afeta milhões de brasileiros e que, quando não tratada, pode comprometer a comunicação, o desempenho no trabalho, a saúde mental e a qualidade de vida. 

“O capacitismo parte da ideia de que a deficiência define o potencial de uma pessoa. A tecnologia mostra justamente o contrário: quando existem recursos, acessibilidade e oportunidades, as pessoas podem desenvolver suas carreiras, construir relacionamentos e participar plenamente da vida em sociedade”, afirma Gisele.

O debate impulsionado por Benedita Casé evidencia que falar sobre deficiência é também falar sobre direitos, diversidade e acesso à inovação. Em um cenário em que a tecnologia evolui rapidamente, o maior desafio passa a ser ampliar o acesso à informação, incentivar o diagnóstico precoce da perda auditiva e combater o estigma que ainda impede muitas pessoas de buscar tratamento.

Sobre a WSA

A WSA é líder global em saúde auditiva, dedicada a ajudar milhões de pessoas a recuperar o prazer de ouvir por meio de tecnologia avançada, inovação contínua e mais de 140 anos de expertise. Desenvolve aparelhos auditivos reconhecidos pelo som natural, design inovador e soluções recarregáveis que transformam a experiência do usuário.

Seu portfólio reúne marcas globais como Signia, Widex, Audibel, Audio Service e Rexton, oferecendo soluções com alta performance, conforto e conectividade para diferentes perfis de perda auditiva.

No Brasil, a companhia atua por meio de uma ampla rede de varejo especializada, originada da aquisição da Comunicare, além de uma rede nacional de revendedores. Guiada pelo propósito de “desbloquear o potencial humano por meio do som”, a WSA amplia o acesso à saúde auditiva no país.

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