Especialista em growth da Smart Consultoria avalia que apresentações com forte carga cultural mostram como marcas disputam relevância em um cenário de mídia fragmentada
São Paulo, fevereiro de 2026 – O Super Bowl de 2026 reforçou uma mudança estrutural no mercado, em um cenário de mídia cada vez mais fragmentada, a disputa por atenção deixou de ser apenas uma questão de marketing e passou a impactar diretamente as estratégias de crescimento das empresas. A repercussão global da apresentação de Bad Bunny no intervalo da final reacendeu o debate sobre como grandes eventos culturais vêm se consolidando como plataformas decisivas de visibilidade, influência e posicionamento de marcas.
Para Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, especializada em growth, vendas e marketing orientado por dados, o episódio evidencia uma transformação no modelo tradicional de investimento em mídia. “Hoje, não basta ampliar orçamento publicitário. As empresas que crescem de forma mais consistente são aquelas que conseguem se conectar a movimentos culturais reais, que já mobilizam atenção, identidade e conversa pública”, analisa.
O Super Bowl segue sendo o espaço publicitário mais valorizado da televisão mundial. Em 2026, anúncios de 30 segundos atingiram valores médios próximos a US$ 8 milhões, podendo chegar a até US$ 10 milhões em posições premium, segundo dados divulgados pela emissora detentora dos direitos de transmissão da NFL. A final também costuma superar 120 milhões de espectadores somando TV e streaming, de acordo com medições da Nielsen, mesmo em um ambiente de consumo de mídia cada vez mais pulverizado.
Para Schuler, esses números ajudam a explicar por que eventos desse porte funcionam como termômetros do mercado. “Quando esporte, cultura e publicidade se encontram em um único palco, fica claro que a atenção virou o ativo mais disputado da economia digital. Não se trata apenas de alcance, mas de relevância e significado”, afirma.
A repercussão cultural do Super Bowl revela um desafio direto para líderes empresariais. “Muitas empresas ainda operam com uma lógica de mídia baseada em interrupção. O que estamos vendo é que crescimento sustentável exige participação em contextos culturais que já geram engajamento orgânico e identificação com o público”, explica o CEO.
O aprendizado para marcas brasileiras, segundo Schuler, é claro. “Não é uma questão de copiar formatos ou investir em grandes eventos globais, mas de entender profundamente o contexto cultural do próprio público e usar isso como alavanca estratégica. Ignorar essa mudança pode custar relevância e crescimento, independentemente do tamanho do orçamento”, conclui.
Sobre a Smart Consultoria
A Smart Consultoria, com 11 anos de experiência, aplica tecnologia, capacitação e metodologias inovadoras para potencializar resultados em marcas como Adidas, Melissa, Farm e O Boticário, consolidando-se como referência em transformação digital e crescimento estratégico de vendas.

